Em um cenário onde a competição vai além das quatro linhas, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) escreveu mais um capítulo vitorioso em sua história. A equipe de futebol dos servidores da instituição sagrou-se campeã do Campeonato Municipal dos Profissionais de Educação, realizado na vibrante cidade de Murici, Alagoas. A conquista, que vai muito além do placar final, é um testemunho do poder integrador do esporte e do compromisso com o bem-estar da comunidade acadêmica.
A vitória em Murici no último domingo (23) não foi apenas um troféu adicionado à galeria; foi a coroação de um projeto que, desde 2019, sob a batuta do professor Eriberto Lessa, do Instituto de Educação Física, busca unir servidores, servidoras e amigos através do “ou vai ou racha futebol”. Embora a pandemia tenha imposto uma pausa, o espírito esportivo persistiu, e o grupo ressurgiu, agora como a equipe oficial da Universidade, pronta para desafios e, mais importante, para a confraternização.
“A equipe de futebol surgiu a partir do projeto do professor Eriberto Lessa, iniciado em 2019, chamado “ou vai ou racha futebol”, que agregava servidoras, servidores e agregados. Com a pandemia, esse grupo foi pausado, e com a finalização do projeto, como continuamos a ter interesse no esporte, na manutenção do grupo, decidimos regularizar e nos tornamos a equipe oficial da Universidade, já participando de alguns torneios”, explicou o professor Davi Lima, do Instituto de Matemática (IM), ressaltando a resiliência e a paixão dos envolvidos.
Os treinos, que ocorrem semanalmente no campo de futebol do campus A. C. Simões, são mais do que sessões de aprimoramento técnico; são momentos de escape, de saúde e de novas conexões. Bruno César, do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), enfatiza: “Apesar das dificuldades, como a pouca iluminação, o que acaba esvaziando um pouco, permanecemos juntos porque é uma atividade boa, auxilia no condicionamento físico, saúde e interação”. Para Cledson Calaça, técnico do Instituto de Física (IF), a prática esportiva no ambiente de trabalho é um diferencial: “Praticar essa atividade física aqui dentro da universidade, que é nosso local de trabalho, fazendo novos amigos de várias outras unidades que eu não conhecia até então, melhorar o condicionamento físico é muito interessante”.
E a ambição não para por aí. Há um desejo claro de expandir essa energia para o futebol feminino. Evertton de Lima, também do NIT, lançou um convite: “entretanto, precisamos de alguma professora ou servidora disposta a comandar o time feminino, e nos colocamos a disposição para auxiliar em qualquer demanda ou dúvida”. Um chamado à ação que reflete o compromisso da Ufal com a inclusão e a valorização de todos no esporte.
A vitória em Murici é um belo gol de placa, não só pelo título, mas por demonstrar como o futebol pode ser uma ferramenta poderosa para construir pontes, fortalecer laços e promover uma cultura de bem-estar e união dentro de uma instituição de ensino. É a Ufal mostrando que o esporte, de fato, transforma e integra.
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