Bem-vindos ao meu espaço! Sou Alex Braga, e hoje o assunto que ferve nos bastidores do futebol brasileiro é a revolução financeira que a CBF está orquestrando. Chega de “gastança” desenfreada e balanços no vermelho! A entidade máxima do nosso futebol apresentou o seu Sistema de Sustentabilidade Financeira do Futebol Brasileiro, um conjunto de regras que promete sacudir as estruturas dos clubes das Séries A e B a partir de 1º de janeiro de 2026.
A grande cartada da CBF é simples, mas poderosa: buscar o equilíbrio financeiro das equipes. Como? Através de quatro pilares com indicadores rigorosos, que serão acompanhados de perto por um órgão recém-criado: a ANRESF (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol).
E a coisa fica séria quando olhamos para as punições. O regulamento não visa apenas os clubes, mas também as pessoas por trás das decisões. Dirigentes, administradores, membros de conselhos ou qualquer um que participe de atos ilícitos – como a entrega de documentos falsos, omissão ou descumprimento deliberado das regras – estarão sujeitos a sanções. Isso é um recado claro: a era da impunidade, ao que tudo indica, está com os dias contados no nosso esporte bretão.
É uma medida que, se bem implementada, pode mudar o patamar do futebol brasileiro, trazendo mais transparência, profissionalismo e, acima de tudo, sustentabilidade. Afinal, de que adianta um time brilhante em campo se os cofres estão vazios e as dívidas se acumulam? Este é um passo crucial para um futuro mais sólido e responsável. Será que teremos menos dramas financeiros e mais foco na bola a partir de 2026? A torcida, e este jornalista que vos fala, esperam que sim!
